A vida na América não é mais como o mundo sempre conheceu, hoje os EUA é um país vivendo em tensão, não existe certeza acerca do futuro da nação.
A economia já não estã tão firme e com os últimos acontecimentos no Japão, efeitos colaterais estão começando a serem sentidos nos EUA.
Nos noticiários dessa manhã há artigos dizendo que chuvas com componentes de radiação vindos do Japão foram detectadas em estados americanos, há uma preocupação das autoridades sobre a iminente onda de abalos sísmicos que podem ocorrer na costa oeste e centro dos EUA.
No âmbito religioso evangélico, há professias que foram entregues anos atraz sobre o tsunami no Japão e em seguida haveria abalos nos EUA, sabemos de professias dadas pelo profeta William Marrion Branham ha muitos anos atraz, outras dadas por profetas em anos passados com exatidões que trazem preocupações sobre a nação.
Seja qual for a situação, existe no ar algo diferente, para aqueles que crêem na Bíblia, esses são os sinais do fim dos tempos.
Mesmo para aqueles que não crêem na Biblia, são sinais de que o planeta está se modificando e se destruindo.
O sonho Americano está se tornando algo ultrapassado, o declínio econômico, cultural e espiritual dos EUA tem mostrado que a potência aind existe, mas está a caminho de se tornar somente um país normal, como todos os outros.
Espero que o leitor possa participar postando seu comentário, dizendo se concorda ou não com essas afirmações, principalmente se ainda está vivendo nos EUA.
Um apanhado de histórias da vida na América. Se voçê viveu nos Estados Unidos ou em outro país, por favor sinta-se à vontade de postar sua história.
Tuesday, March 29, 2011
Friday, March 18, 2011
Um susto daqueles
Eu trabalhava como lider de logística em uma fabrica na cidade de Leominster, minha função era liderar uma turma para empacotar as mercadorias produzidas, preparar os pallets, preparar as notas fiscais e ligar para as transportadoras para retirar os carregamentos.
Naquele dia, o motorista ligou dizendo que estaria atrazado devido a neve, o cominhão vinha do Canadá.
Combinei com o gerente geral da fabrica que eu ficaria ate tarde esperando o motorista.
Todo mundo foi embora da fabrica eu eu fiquei na minha mesa, no armazem esperando o tal caminhão.
Havia alguns trabalhos que eu levava pra casa pra fazer e ganhar uma grana extra, eram peças de componentes eletrônicos, eu precisava colocar no meu carro.
Pensei em ir carregando o carro enquanto esperava o motorista chegar.
Bem, só foi eu abrir a porta pra ter a confusão armada. O alarme disparou, pois o gerente esqueceu que haviamos combinado.
Então imagina a cena, eu um imigrante tirando peças de uma fabrica com o alarme disparado e carregando o carro.
Carreguei o carro normalmente e conforme eu imaginava, a policia apareceu por lá.
Expliquei a situação, ai me fizeram esperar e ligaram para o gerente, que estava muito longe.
Esperei por quase duas horas ate ele aparecer e comprovar a historia para a policia.
Ele ficou constrangido, pediu desculpas por ter esquecido e armado o alarme, e me pagou um almoço no dia seguinte.
A história acabou bem, mas existem muitas situações semelhantes que levariam um imigrante para a cadeia, principalmente por não ser capaz de se expressar bem em inglês...
Naquele dia, o motorista ligou dizendo que estaria atrazado devido a neve, o cominhão vinha do Canadá.
Combinei com o gerente geral da fabrica que eu ficaria ate tarde esperando o motorista.
Todo mundo foi embora da fabrica eu eu fiquei na minha mesa, no armazem esperando o tal caminhão.
Havia alguns trabalhos que eu levava pra casa pra fazer e ganhar uma grana extra, eram peças de componentes eletrônicos, eu precisava colocar no meu carro.
Pensei em ir carregando o carro enquanto esperava o motorista chegar.
Bem, só foi eu abrir a porta pra ter a confusão armada. O alarme disparou, pois o gerente esqueceu que haviamos combinado.
Então imagina a cena, eu um imigrante tirando peças de uma fabrica com o alarme disparado e carregando o carro.
Carreguei o carro normalmente e conforme eu imaginava, a policia apareceu por lá.
Expliquei a situação, ai me fizeram esperar e ligaram para o gerente, que estava muito longe.
Esperei por quase duas horas ate ele aparecer e comprovar a historia para a policia.
Ele ficou constrangido, pediu desculpas por ter esquecido e armado o alarme, e me pagou um almoço no dia seguinte.
A história acabou bem, mas existem muitas situações semelhantes que levariam um imigrante para a cadeia, principalmente por não ser capaz de se expressar bem em inglês...
Sunday, March 13, 2011
Um menino em NY (Escrito por Nicolas Lucena)
Um menino em NY (Escrito por Nicolas Lucena)
Tudo bem na viagem ate o primeiro dia, na verdade ele mesmo admite que nao tinha noção nenhuma da demora de chegada a grande "Framingham", ele comecou a ficar inquieto no segundo dia de viagem, aquilo estava demorando demais, dai ele tomou uma decisao,e, comecou a falar novamente no seu limitado vocabulario da lingua inglesa : "Framingham" para uns , "Framingham" para, na verdade, a todos no onibus.
Ok, os americanos chegaram a conclusao que tinha alguma coisa acontecendo naquela viagem. Apos muitos gestos e algumas palavras soltas em espanhol, Beto entendeu que eles queriam saber aonde ele realmente queria ir. Dai uma luz! Um estalo cerebral, e isso mesmo ele lembrou de uma pedaco de papel que ate agora nunca tinha entrado em cena nesta aventura em busca ao sonho americano. Beto achou um papelzinho meio amassado escrito : Framingham 5085555555, (os numeros cinco sao aleatorios) , agora os americanos tinham uma pista, e assim que eles pararem na primeira rodoviaria, desvendariam este "quase" que misterioso paradeiro deste menino que decididamente so sabe falar "Framingham".
A pessoa que fez a ligacao finalmente descobriu aonde este menino tinha que ir : Framinghan no estado de Massachusetts...Pronto! O problema foi encontrado, agora so falta concertar este equivoco. Beto veio com $ 1,000.00 , e as pessoas ja estavam meio preocupadas em ser roubado porque ele sempre tirava uma nota de $100.00 do bolso para comprar pequenas coisas. Inclucive a passagem de volta para NY ,e em seguida para Massachusetts , eles, os americanos que estavam incumbidos para ajudalo usaram as pequenas notas de troco que ja estavam meio que esborrando no bolso do rapaz.
Teve uma passagem muito engraçada foi quando as pessoas começaram a se despedir do Beto, elas sempre falavam no final "Good Luck" o que traduzindo quer dizer "Boa Sorte" , dai Beto nao queria mais nada, porem so falar Good Luck, Good Luck para todas as pessoas. Ele me disse que sabia que aquela palavra era coisa boa, todos me falavam isso para mim, entao penseva ele: isso deve ser bom mesmo! Foi desse jeito que Beto aprendeu a segunda palavra em ingles. Onde ele ia ele falava good luck, mesmo se fosse para comprar uma simples agua na rodoviaria. Beto voltou para New York uns dois dias depois, veja bem, com a mesma roupa e calcado, este calcado ele me disse que era do irmao mais novo, era o melhorzinho que tinha na casa para uma viagem para os "Estados Unidos". Beto voltou para NY, porem tem uma coisa que os americanos provavelmente tentaram falar para ele , mas ele nao entendeu : O telefone era de Massachusets mas ninguem atendia o telefone! Ali estava o meneirinho em NY, sem saber como comprar uma passagem de onibus, como nada e por nada neste mundo , apareceu ali na rodoviaria um brasileiro, dai que começa a segunda faze desta aventura.
Apos eles descobrirem que nao adiantava ligar mais para aquele numero telefonico em Massachusetts, o brasileiro o levou para passar a noite escondido na cozinha da pizzaria que trabalhava. Beto tinha de 5 a 6 dias com a mesma roupa , quando ele tirou os sapatos os bichos de pe dele tinham tomado conta da sola do pe por inteiro. O brasileiro conseguiu emprego para Beto nesta mesma pizzaria, e o dono fingiu que nao sabia que o Beto ficou la por umas duas semanas dormindo escondido, Beto fez uma amizade profunda com o dono da pizzaria. Esta e uma historia verdadeira, e eu tenho certeza que existem milhares destas para serem contadas.
Beto anos depois veio realmente para Massachusetts, e duas decadas depois eu vim a conhece lo nesta companhia de paisagismo onde ele era supervisor.
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